segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
SEM INSPIRAÇÃO.
"ESTOU SEM INSPIRAÇÃO, NÃO É QUE ME FALTE ASSUNTO MAS, AS VEZES ISSO ACONTECE, SEI LÁ PORQUE MAS AS VEZES TENHO TANTO Á DIZER, MAS ME FALTA VONTADE, QUERIA MUITO FALAR MAL DO CHEFE, DO PRESIDENTE, DO PREFEITO, DO MEU MARIDO, DAS PESSOAS CRETINAS QUE EU CONHEÇO, QUERIA FALA MAL DOS HOSPITAIS PUBLICOS --- MAS AI SERIA CAIR NA ROTINA --- ALÉM DO MAIS EXISTEM PESSOAS MAIS QUALIFICADAS DO QUE EU PRA ISSO, POSSO DIZER QUE ESTOU IMPRESSIONADA COM O LIXO NOS MARES, DE COMO O MEU CORAÇÃO FICOU CORTADO AO VER PELA TEVE, COMO OS ANIMAIS ESTÃO SOFRENDO COM TODO TIPO DE PORCARIA QUE " ESTAMOS" JOGANDO NOS RIOS, MARES, NOS CANTOS E, EM TODOS OS LUGARES --- SÓ PRA ILUSTRAR NO DIA 28/12/09 FOMOS PRO RIO DE JANEIRO, EU, MEU MARIDO E MINHA FILHA, TUDO MUITO BOM, TUDO MUITO LINDO, CHEGAMOS DESEMBARCAMOS NA NOVO RIO, ENTRAMOS NO 128, NO QUE ELE DÁ A VOLTA EM TORNO DA CENTRAL DO BRASIL, MINHA FILHA QUE ESTAVA SENTADA NUMA POLTRONA DA JANELA OLHA PRA FORA SE VOLTA PRA MIM E, DIZ ---, MAMÃE, COMO É SUJO, LÁ FORA! --- REALMENTE FIQUEI IMPRECIONADA COM A OBSERVAÇÃO DELA --- AFINAL ELA SÓ TINHA TRES ANOS --- FEZ QUATRO NO DIA 30/12/09 --- MAS NÃO DEIXEI DE DAR-LHE RAZÃO, AFINAL ESTAVA UMA IMUNDISSIE SÓ DO LADO DE FORA, ALÉM DO MAIS EMBORA EU SEJA DO RIO DE JANEIRO, MINHA FILHA NASCEU EM PARAIBA DO SUL, AQUI ATE QUE AS COISAS VÃO BEM, TODO ORGANIZADO, COM COLETA DE LIXO TRES VEZES NA SEMANA, CAÇAMBAS POR TODOS OS LADOS, AS PESSOAS COLABORAM, EM FIM AS COISAS FUNCIONAM, DESTA FORMA SE MINHA FILHA DE TRES ANOS SE INCOMODOU COM TANTA PORCARIA IMAGINA QUEM VEM DE OUTROS PAISES ?: BEIJOSSS, " CORRAM NA FRENTE, PORQUE QUEM CORRE ATRÁS CHEGA POR ÚLTIMO"
domingo, 3 de janeiro de 2010
MAS ...
mas ... nem tudo foi perfeito principalmente no que diz respeito aos banheiros, estava um caos total, dependendo de onde estávamos tinhámos que andar mais de duas quadras pra encontrar um e ... sempre com filas imensas, sei que tem dado ate cadeia pra quem faz xixi na rua mas num dado momento não tivemos duvidas, eu e algumas amigas pegamos um rua paralela qualquer e ... deixamos cair ainda bem que era só xixi.
SAUDADES.
--- depois de dois anos e, mais de dez sem ir a um reveillon, na praia de copacabana, estive por lá --- passei uma semana no RIO DE JANEIRO --- minha terra --- e, que maravilha! com minha filha e meu marido passeamos pela zona sul na maior tranquilidade, fomos á praia todos os dias, saimos á noite --- coisa que há muito eu não fazia --- me deu até vontade da voltar pra minha casa lá no vidigal mas, eu prefiro esperar mais um pouco. o clima á noite era muito bom, de total paz e harmonia, com copacabana lotada, com todos se divertindo numa boa, nem parecia que erámos mais de um milhão de pessoas deu gosto de se ver! e, sentir valeu a pena deixar algumas coisas de lado, medo insegurança, intranquilidade, me despi de tudo e ... fui com fé. deu tudo certo. com minha filha nos braços saudei o ano vindouro, filmei a queima de fogos, tomamos cerveja, "champagne" rimos nos divertimos, dançamos e, voltamos pra casa na maior felicidade, já estou com saudades do próximo reveillon.
sábado, 26 de dezembro de 2009
fetividades.
--- aos meus dezoito leitores: feliz ano novo, tudo de bom no ano que vai nascer, felicidades pra todos, e, corrente pra frente. vamos correr na frente, porque quem corre atrás chega por último! estou saindo de férias, até dois mil e dez, fiquem com deus ate lá.beijosss.
---bom, fim de ano chegando, o natal já se foi, me sai bem esse ano, é que eu nunca gostei de natal, acho tudo muito chato com aquela obrigação de ser-mos felizes de ter-mos que comprar e dar presentes pra deus e o mundo, temos que ir á várias festas, comer um monte de coisas, beber tudo e todas, temos que falar com pessoas que nos fuderam a vida durante o ano inteiro, nos encheram o saco, e os amigos ocultos? caramba! que saco nunca nos dão aquilo que queremos, mas também não sei, se damos aquilo que o outro espera --- mas neste ano a coisa foi diferente pra mim, deixei o clima me invadir, me deixei levar mesmo pelo tal clima de natal e, foi tudo uma maravilha --- tirei fotos na casa do papai noel --- aqui em paraiba do sul --- enfrentei uma maratona de umas cinco festas --- por fim eu já estava de saco cheio, mas segurei a onda, deu tudo certo ---, me senti muitissimo bem, no dia vente e cinco fiz um almoço aqui em casa mas ... não convidei ninguém --- deixei a critério de quem quisesse chegar e, pra minha surpresa foi um sucesso, bebemos, comemos, dançamos, rimos foi tudo bem descontraido, assim como deve ser, com meus filhos abrindo os presentes, eu também é claro --- no fim do dia todos foram embora, eu tirei um cochilo me levantei ali pelas sete da noite --- rearrumei a cozinha refiz o jantar minha nora veio me visitar, me trouxe um presente, jantamos, lanchamos, bebemos vinho, cerveja, trocamos idéias, ela e, meu filho sáiram, e o silencio na casa voltou a reinar, vi a novela, tomei banho dei janta pra minha filha e, fomos dormir. assim como deve ser, tranquilidade total, pra ano novo espero a mesma coisa só que estamos indo viajar, vou pro RIO DE JANEIRO, há muito tempo que eu não passo o ano ali em frente o mar, olhando os rituais --- me disseram, sou filha de IEMANJAR, então vou reverenciar minha mãe d'água, irei da amarelo e branco, dinheiro e sorte pra dois mil e dez. mas vou pedir pra todo mundo.
sábado, 5 de dezembro de 2009
cidadania.
--- ontem 04/12, há noite eu estava assistindo ao programa do jo, e, ele estava entrevistando o cantor de pernanbuco que atualmente mora no rio de janeiro otto, lá pelas tantas ele o cantor disse uma coisa que não me sai da cabeça disse ele --- a policia já não nos ver como cidadãos --- isso muito me incomodou porque sou moradora do rio, atualmente moro no interior mas ... já passei por apuros nas mãos da policia, a pior delas foi assim --- eu ainda morava no morro do vidigal, vinha do trabalho, tarde da noite era uma sexta feira, minhas amigas ainda me chamaram --- vem CRISTIANE, vamos pro baile! vamos curtir um funck! mas eu não quis, estava cansada, tudo o que eu mais queria era chegar em casa me trocar, já que banho eu tinha tomado no trabalho, fazer um lanche, assisti a teve, ou bater um papo com meu pai, ver meu filho, que estava com nove anos, saber dos acontecimentos do dia, em fim descansar mas ... me despedi de minhas amigas e, caminhei pra rua de entrada da morro, eis que na minha frente estava acontecendo a famigerada blitzen, lá estavam os valorosos paliciais parando todo mundo, pondo todos contra o muro como só vi homens naquela situação segui meu caminho, de repente ouço um grito --- pará! pará! ei! mandei parar, pará porra! pará --- olhei pros lados e, não vi ninguém, meu deus isso é comigo! parei, nisso vem caminhando ao meu encontro um policial de mais ou menos um metro e oitenta á um e noventa já com uma mini metralhadora em punho chegando na minha frente ele levantou os braços e ... colocou a metralhadora dentro do meu rosto, bem no meio dos olhos --- gelei meus pensamentos congelaram, eu não conseguia nem pensar, não pensei em nada em ninguém, meu pai, meu filho, meus irmãos, que eram eu quem os criava, nada me veio á mente a ser --- meu DEUS agora vou morrer! ele vai me matar, ele vai me matar, ele vai me matar, de repente eu já não ouvia mais a musica que tocava no baile, de repente eu já não via mais as pessoas na minha frente, de repente eu já nem me sentia mais, eu não respirava, eu não pensava, apenas fiquei ali, parada imóvel, rente ao moro também, e, o valoroso soldado com a metralhadora em punho gritava --- tú, tá vino de onde? --- e, eu do trabalho --- mas ele não estava satisfeito --- a essa hora?, isso lá é hora de mulher descente chegar do trabalho? trabalha onde mulher ? --- e, eu --- ali naquele hotel, eu ia respondendo as perguntas sem olhar pra ele, desviava o meu olhar, mas num dado momento olhei nos olhos dele e o que eu vi me deixou mais apavorada ainda o homem estava descontrolado, com os olhos vermelhos esbugalhados, e, quando ele gritava mais esbugalhados ficavam, ele prosseguiu --- voce tem documentos? --- só o meu crachá --- ele olhou, olhou, olhou de novo --- mas, isso tá diferente, é voce mesmo? --- sim, sou eu --- foi tudo o que consegui dizer ou melhor balbuciar, porque a essa altura eu já estava entregando minha alma ao criador, me lembrei que meu pai estaria me esperando, meu filho e, meus irmãos menores também, pensei que nunca mais iria á praia, nunca mais eu sentiria o sol no meu rosto, apenas pensei " tenho que ir pra casa" mas com aquele homem ali, em pé gritando, me ofendendo não reagi, não tive pernas, boca, nada, ele ainda me chamou de vagabunda, logo eu que trabalhava em dois trabalhos, sustentava quatro crianças, e, ajudava um pai doente, ser chamada de vagabunda assim dói de mais, ele volta á carga --- o que é isso ai na sua mão? --- um maço de cigarro, uma calcinha, que uma amiga me vendou, como não tinha sacola pra colocar, tive que traze-la na mão mesmo, abri a mão mostrei pra ele " alguém me salve, alguém me salve, alguém me salve, pelo amor de DEUS" eram meus pensamentos quando lá do outro lado da rua vieram dois anjos salvadores de uma vez, um era o capitão da tal operação, o outro ou melhor a outra era minha amiga carmeci, o capitão veio, veio, veio chegou --- o que esta acontecendo aqui? boa noite senhora ---. boa ---. algum problema? --- não sei, pergunte pra ele --- a senhora tem documentos? --- tenho o crachá, que esta com o seu amigo --- me deixa ver, tá, tá tudo bem --- nisso vem carmem, me pega pela mão logo dizendo --- larga ela, uma pessoa não pode nem chegar do trabalho em paz? que voces já vai logo pertubando! o CRISTIANE, o que é isso? voce aceitou esse homem fazer isso contigo? não deixa não --- e, me pegando pelas mãos foi me arrastando dali, me tremia inteira, só fui me recompor lá na esquina perto da escada, me senti estranha, miserável, abandonada, um lixo, sem eira e, nem beira; há muito tempo que a policia já não nos, ver como cidadãos.
sábado, 28 de novembro de 2009
reações.
--- estava eu outro dia, num feriado vendo teve, zapeando pra lá e, pra cá parei num destes programas em que as pessoas vão pra contar suas agruras, seus anseios, suas tristezas e, suas destiditas, de repente me vem uma mulher e, conta que apanha do marido há exatos quinze anos, é isso mesmo há quinze anos a infeliz apanha do marido e, ainda tem a cara de pau de ir contar isso na teve, me pus a pensar" meu deus, ela gosta de apanhar" só pode ser isso porque hoje em dia ainda as mulheres se sujeitam a isso? umas dizem que são dependentes do dito cujo, outras dizem que é por medo, outras ainda alegam que é por causa dos filhos ---, isso me fez lembrar de minha mãe que apesar de tudo nunca engoliu nada, de homem nenhum, a não ser de meu pai, mas papai só agia em legitima defesa, com justa causa, e, em seus plenos direitos ou seja pra nos defender ---, como eu ia dizendo me lembrei de minha mãe, teve uma vez em que ela morava com um homem chamado dai, é o nome dele era dai, o dai era um cara legal, nos tratava bem a mim e, ao meu irmão EDUARDO, a quem ele carinhosamente chamava de dudu, mas ... sempre há os mas de repente ele e, minha mãe danaram a brigar, geralmente bate boca, mas teve um dia em que ele teve a infeliz idéia de bater em minha mãe e, pra que? acho que foi o pior dia da vida dele, no barraco tinhamos um fogareiro feito com dois tijolos que neste dia tinha sido aceso, ele deu um tapa em minha mãe e, ela não se fez de rogada, o agarrou pelos braços de modos a conduzi-li ate o fogareiro, ali o derrubou e, o jogou sentados nas brasas, tendo o cuidado de mante-lo ali assim, queimando por vários minutos, minha mãe pressionava e, ele gritava --- ai! sua desgraçada esta me queimando! desgraçada vou te matar! voce vai ver --- minha mãe não largou, o manteve ali queimando, esbravejando, chorando, xingando, quando ela achou que já bastava o largou, ele se levantou com o rabo cheio de brasas e, saiu correndo morro a fora, foi um salceiro só, uma vizinha veio perguntar a minha mãe o porque daquilo tudo e, minha mãe respondeu --- eu estava me defendendo, imagina ele quis bater em minha cara e, na minha cara ninguém bate! filho da puta nenhum bate no meu rosto, e, quer saber? foda-se, quero que ele se dane e, no meu barraco ele não entra mais --- e, assim foi, nunca mais eles moraram juntos e, minha mãe nunca aceitou desaforo de homem nenhum e, sempre dizia --- duvido que algum filho da puta encosta um dedo se quer em mim, o próximo que fizer isso eu mato! --- é claro que isso nunca aconteceu mas, ficou uma lição para mim: eu também não aceito desaforo, deu tá levando, me sustento, trabalho, não vejo porque aceitar nada de ruim de homem algum, e, ainda mais hoje em dia quando temos a lei maria da penha á nosso favor: pensem nisso.
Assinar:
Postagens (Atom)