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2010!

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Faz tempo que não entro aqui. Tive vários problemas, a página foi ficando para trás, agora, estou ótima, gracias, vou procurar retomar as amizades novamente, sei que é difícil, dizem que, rei morto é rei posto. Tô de volta.kkkkkkk! Aos meus sete seguidores... Tamos juntos!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Roubada!
Ando me sentindo "roubada" tenho a nítida sensação de que, quase tudo me foi tirado.
Se isso de fato aconteceu, o ladrão me conhecido.
Tive minha infância roubada.
 A adolescência roubada.
 A vida adulta roubada.
 Agora, querem me tirar a maturidade.
Sempre fui chamada ás falas, comigo nunca teve "mimi, mimi" tudo era ali, assim, no duro.
Aos treze anos fui trabalhar, não que eu quisesse, mas me foi imposto. E, lá fui eu, trabalhava de domingo á domingo, sem folgas, das cinco e meia da manhã, ás onze, meia noite, limpava, cozinhava, arrumava, cuidava da casa dos outros, em troca de que? Nada! Quem recebia o salário era outra pessoa. Tudo há que tive direito eram, roupas velhas, sapatos velhos, e polvilho ante séptico granado, para não ter péssimos odores nas axilas.
O tampo passou, tentei ser eu mesma, nunca pude, não me era permitido.
Faça isso, faça aquilo, fulano não serve para você, sicrana não é uma boa amiga.
Mentira! Sou amicíssima de sicrana até.
Não vá por ai, siga por lá.
Eu mando em você! Cuide da sua vida,--- e a que eu mais gosto.
Vá a luta, vá cuidar de você, da sua vida, porque eu, estou de saco cheio, não quero saber destas paradas, esse lance de trabalhar, cuidar de filhos, casa, essas coisas ai, que ó servem para encherem o saco da gente.
Com uma pessoa assim, tão independente por perto, o que fazer?
Seguir em frente, foi o que fiz, segui em frente, fui fazer tudo o que me foi mandado. Cuidei de mim, dos outros que estava ao meu redor, ajudei e ajudo á quem necessita e as vezes, aos que não necessitam também. Afinal, os parasitas fazem parte da vida, e estão por toda parte.
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Um ano de sucesso e, muito trabalho.

domingo, 9 de junho de 2013

EXAUSTÃO...

Amo meus filhos, são minha vida. Muitas vezes, paro e faço um retrospecto, me pego imaginando o que eu fazia da vida antes deles... Então, sinto um vazio tremendo, percebo que não há nada, não havia nada e eu, não era nada, mas... Minha filha, de sete anos, me exauri, ela me tira as forças, a paciência, a calma e, tudo o mais que se possa imaginar.Pensando que ela tem apenas sete anos, não consigo imaginar aonde isso vai parar... Vejamos, se estamos brincando, sim, eu brinco com meus filho! Se estamos brincando, a brincadeira não pode parar, se não quero mais, ela chora, se faz de vitima, fica emburrada, ela faz balé, por tabela tenho que fazer também, em casa, na sala, ela faz os movimentos e sou obrigada á repeti-los, ai de mim, se não o fizer. Não terei sossego. Aos 42 anos, com o corpo todo doido, alguns movimentos são impossíveis de serem executados por mim, mas ela não quer saber. As vezes brincamos de cantar, coitada de mim, se disser que estou cansada! Se estamos assistindo á um desenho animado e, este é do gosto dela, somos todos, obrigados á assistir o mesmo DVD até não querermos mais, sai até briga. Se tem algo de bom na geladeira, o que é quase sempre, ela tem que comer até não suportar mais, caso contrário sai briga, ela nunca dorme, nunca dormiu, e agora as coisas estão se complicando, muitas vezes ela fica na sala até as três e meia da madrugada e não adianta dizer que a culpa é minha. Desde bebê, sempre foi assim, trocava a noite pelo dia. Se ponho na casa, ela canta, dança, pula, brinca ri... E eu, ali, cansada, acabo por me levantar, fazer o que? Também não gosto muito do dia. Mas a coisa está indo looooonge, já tem sete anos que não vou á um salão de beleza, fazer as unhas? Nem pensar! Fazer os cabelos, me sentar no salão, lavar, pintar, pentear os cabelos ? Sonho meu!Com ela ao lado, não dá! Faço tudo em casa mesmo, as pressas, como se o "próprio" estivesse em meus calcanhares. Um sonho de consumo? Um banho, lento, demorado, depois passar hidratante, calma e lentamente, talvez quando ela tiver vinte anos, quem sabe? Sentar no trono, calmamente? Não! A todo instante lá vem ela... Mãe? Mãe? Cadê você? Pra piorar, eu sofro de prisão de ventre... Em compensação, ela é extremamente carinhosa, é tanto amor, mas não pode parar, beijos e abraços, carinho no rosto, mãos dadas, estamos sempre juntas, penteamos os cabelos uma da outra, conversamos, serio! Chegamos a trocar ideias, consigo perceber o quanto esta geração é inteligente, ela sabe tirar fotos, aliás, fotografa melhor do que muito adulto que conheço, sabe configurar um celular, eu não sei. Um aparelho de dvd pra ela não tem mistério, um controle remoto, em que alguém da minha faixa de idade, iria ficar horas tentando entender, ela destrincha em poucos segundos, e é claro, se apoderar dele. Trás-me flores quando vem da escola, sabe falar muito bem, as vezes sai bobagens, mas não posso me esquecer, ela tem apenas sete anos. Assim, dividimos um sorvete, passamos as tardes na lanchonete, ela no pula-pula, só sairá dali, quando estiver morta de cansada. Ela gosta de pentear os cabelos das bonecas, passar-lhes cremes, trocar-lhes as roupas, é lógico, tudo com minha presença ao lado. Fala rápido, grita o tempo todo, faz carinho em nossa cadelinha, ama, briga, com a mesma constância. Tem verdadeira adoração por seu irmão mais velho,gosta de estudar, é boa em matemática, pra meu espanto, não gosta ler, igual ao pai, pra minha tristeza. Passados sete anos, ainda tento digerir tudo isso, as vezes considero ser este momento da minha vida, muita informação, para uma pessoa como eu, que é do século passado... Para ilustrar; estou na area de serviço, á bem da verdade, já acabei de botar as roupas na corda, estou ali, parada, no parapeito da varanda, admirando o nada, minha pequena está na sala, assistindo á um desenho. Eis que de repente, ouço um chamado.
Mãeeeeeeee!
Mãeeeeeeee! 
Mãeeeeeeee! Cadê você?
Cadê você? 
--- respiro fundo e, respondo.
--- estou aqui, lavando roupas! Porque? O que aconteceu?
--- ela responde.
--- não é nada, é só pra saber se você está ai.
--- ainda consigo pensar.
--- sim minha filha, enquanto Deus permitir, estarei aqui, sempre aqui.
Estou exausta.

domingo, 21 de abril de 2013

 Dores d'alma...
Ando um tanto triste, com um pesar na alma e no coração.
Não é algo que tenha se instalado, assim do nada, não!
Sei muito bem de onde vem este pesar, esta tristeza.
Estou assim por causa das pessoas, sim, pessoas, pessoas com as quais mantenho relações.
Pessoas do meu convivio, antes, eu era assim, se não era da minha familia, não era meu amigo, dane-se!
Mas com o passar do tempo percebo que mudei, numa época tão ruim para tal, digo ruim, porque é visivel a indiferença com a qual nos tratam. Isso em quase todas as areas. Nos roubam, tudo, tempo, afeto, dinheiro, saúde, sanidade, paciência, são coisas que não terei de volta, não tem retorno, o tempo que desprendi, o afeto que me foi conquistado, já que sou uma pessoa dificil de se deixar envolver, quando isso acontece é de verdade, sou de poucos amigos e pouquissímas convivências. Estou farta de palavras vazias, gestos sem sentidos, palavras não cumpridas, ações mal comprometidas, isso me cansa.Estou farta do descaramento, das promessas que pessoas vazias fazem, e isso, vai do politico que vem á nossa casa em época de eleição, ao medico que nos receita um remédio que não funciona, ao amigo que diz que sou chata por querer que as coisas fiquem bem, por querer que se faça sempre o melhor... Já que se comprometeu... Penso eu. Mas não! As pessoas fazem questão de nivelar tudo por baixo, quanto mais rastaguera melhor, mas eu não consigo concordar com esse sistema, onde ninguém é responsavel por nada, ninguém sabe de nada, ninguém viu nada? Onde todos me parecem roubar, mentir e enganar, diz-se algo hoje, amanhã faz-se extamente o contrário daquilo que fora dito no dia anterior. Meu Deus, como podem? Desde criança aprendi com meu pai, que A PALAVRA DE UM HOMEM ERA TUDO E, QUE VALIA MUITO. Ao contrario do que possa parecer, meu pai nunca, eu disse NUNCA, saiu por ai, ao léu, apregoando suas virtudes, nunca ás pôs em contrato algum, não, ele apenas CUMPRIA COM O PROMETIDO. E esta atitude, de cumprir com o prometido me bastava, isso em todas as areas de sua vida, se não queria mais um relaciomento, dizia logo de sofre, se iria ajudar um amigo... Posso ir agora ou, não posso, não hoje, mas sim, eu vou. Se devia algo, fazia questão de devolver ou pagar no dia e hora combinados. Minha mãe também era assim, apesar de ser uma porraloca, sempre cumpria com sua palavra. tanto era que em casa tinhamos uma rede de confiança, o que um de nós dizia ou, fazia sempre foi e é, ao menos para mim, digno de confiança. Já com as pessoas de fora de minha casa e do meu circulo, infelizmente não posso dizer o mesmo, uma pena! Imagina não se pode nem confiar numa pessoa com a qual muitas vezes chego a passar quinze, dezesseis horas da minha vida? Pense não poder crer no que um médico receita? Não acreditar na história que um amigo me contar? Que loucura é não poder acreditar nos relatos que nos chega de longe? Como crer? Como acreditar? Se quem está bem ao nosso lado, vive mentindo, escamoteando, engando? E sorrindo! Estas atitudes muito me dóem, me afastam, me fazem ter medo, e á cima de tudo, fazem-me ver que o famigerado jeitinho Brasileiro está ganhando e de uma tal maneira que dai á pouco, vou necessitar andar carregando um gravador e, dois advogados, afim de que um ratifique as palavras do outro. TENSO DEMAIS!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013













Aos poucos vou aqui, postando meus encontros com meus leitores. Um prazer sem igual.
Algo que muito vem me trazendo alegria e felicidade, muitas vezes sou pega de surpresa, e encantamento.